Quem somos

Um software que sabe o que é uma consulta veterinária

Podíamos ter feito uma ferramenta que servisse para qualquer negócio. Teria sido mais fácil de vender e muito mais fácil de construir. Escolhemos o contrário: compreender um único ofício a fundo e cobri-lo por inteiro.

Como chegámos aqui

As contas que não batiam certo

Nenhuma clínica nos disse «preciso de um CRM». Disseram-nos coisas muito mais concretas, e todas apontavam para o mesmo sítio.

O ponto de partida

Sete ferramentas para uma só clínica

Uma agenda de um lado. Os boletins de vacinação em papel, ou num processador de texto. A faturação noutro programa que não comunica com nada. Os lembretes, enviados do telemóvel pessoal de quem estivesse na receção. E uma folha de cálculo a servir de cola entre tudo o resto. Funcionava, sim: à custa de alguém se lembrar de tudo.

A primeira tentativa

O genérico percebe de contactos, não de animais

Experimentámos o que existia: plataformas que servem para uma imobiliária, um gabinete de contabilidade ou um ginásio. E é aí que está o problema. Um software genérico gere «clientes» e «eventos». Não sabe que um mesmo cliente pode trazer dois cães e um gato, cada um com o seu próprio calendário de vacinas, nem porque é que o historial de um animal de companhia nunca se mistura com o do seu dono. Cada clínica acabava por dobrar o software à mão até ele partir.

A decisão

Escolhemos um único ofício

Decidimos apostar no vertical: abdicar do «serve para qualquer negócio» para podermos dizer «sabe o que faz». É uma renúncia cara — o mercado estreita-se de repente — mas muda a conversa: em vez de explicar ao software como funciona uma clínica veterinária, o software já chega a sabê-lo.

A parte difícil

Um módulo isolado não resolve nada

É aqui que a maioria para, e percebemos porquê: fazer uma agenda bonita é exequível; fazer a agenda, o historial clínico por animal, as vacinações e desparasitações, a faturação com Verifactu, o controlo de horários e os pagamentos online é outra ordem de esforço. Mas cada peça que falta reabre uma folha de cálculo, e uma folha de cálculo aberta arrasta consigo tudo o resto. Ou é completo, ou não serve.

Hoje

E, ainda por cima, que atenda o telefone

A última coisa que acrescentámos não foi um ecrã, mas alguém que atende: agentes de voz e WhatsApp que atendem a chamada às dez da noite, esclarecem a dúvida, marcam a consulta e deixam o registo no historial. Porque o trabalho administrativo de uma clínica veterinária não acontece em horário de expediente — e as urgências, ainda menos.

O que implica apostar no vertical

Tudo o que uma clínica faz num dia, lá dentro

1

Plataforma. Não uma por tarefa: a agenda, o historial e a fatura são o mesmo sistema.

24/7

A receção com IA não fecha: responde, faz a triagem de urgências e marca consultas de madrugada.

0

Folhas de cálculo necessárias. Se for precisa uma, é porque nos falta uma funcionalidade.

100%

Da faturação com Verifactu integrada, sem programa de contabilidade à parte.

Como trabalhamos

Três coisas que não negociamos

Quem trata animais é quem revê

Nenhuma funcionalidade entra por ficar bem numa demonstração. Entra quando um veterinário no ativo confirma que lhe poupa tempo numa terça-feira às onze.

Os dados clínicos não são uns dados quaisquer

Historial, consentimentos e faturas vivem com rastreabilidade: quem fez, quando e a partir de onde. Se um dia lho pedirem, está documentado.

Do outro lado está uma pessoa

A IA atende os seus clientes; a si, atendemos nós. Quando algo não funciona, responde alguém que conhece a sua clínica, não um número de ticket.

Vemos isto com a sua clínica à frente?

Meia hora chega para perceber se isto se ajusta à sua forma de trabalhar. E se não se ajustar, dizemos-lhe.